Quanto sofrimento causado por membros da equipe de enfermagem na hora mais difícil: a terminalidade!
Quando precisamos dos tão preciosos cuidados paliativos tivemos que batalhar para conseguirmos. Nem na hora da dor e da terminalidade, a família pode opinar tão tranquilamente sem ser taxada de negligente no “olhar” por alguns membros da equipe de enfermagem, com olhares de incriminação e intimidação. O paciente também não tem na prática o direito de escolha, mesmo tendo o Manual do Ministério da Saúde de Cuidados Paliativos, muitos profissionais acreditam na onipotência e rejeitam qualquer espécie de morte sem dor, ou autonomia do sujeito, ou morte com qualidade de vida e insistem em tratamentos invasivos sem retorno, mesmo à revelia da decisão compartilhada do médico com a família.
A enfermagem em cuidados intensivos precisa avançar, os profissionais enfermeiros e equipe precisam correr atrás de conteúdos além da perspectiva de um ponto, porque se dependermos dos hospitais privados que só visam o lucro sobre o sofrimento das pessoas não vamos garantir um cuidado sem sofrimento.
O Brasil precisa aprender muito com outros países do mundo que praticam assistência na terminalidade com humanização, precisa avançar para além de uma morte terrena, baseada no apego material do corpo a todo custo.
Quando o apego terreno existe, há dificuldade na doação de sangue e órgãos. Daí já entramos em outro debate...
#MAISHUMANIZAÇÃO#MAISCUIDADOSPALIATIVOS

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