A Sexualidade de todo mundo
*Jackeline Aristides, Enfermeira, Feminista, Militante do Partido Socialismo e Liberdade Quando falamos do “Nu”, não necessariamente estamos falando do “Nu erotizado”. Deixar de falar do “Nu” dá margens para tantas violações que não conseguiremos nem dimensionar, ao negarmos a sexualidade humana por puro puritanismo e religiosidade, e não de forma ampla, saudável, com todas as dimensões humanas, só fará com que vários problemas da nossa humanidade se perpetuem. Não debater, e esconder embaixo do tapete, tratando como tabu não ajuda. Hoje, há inúmeras adolescentes grávidas, por quê? Aí vão me falar “ah, porque há uma libertinagem geral”. Vamos lá então: primeiro, ser autônoma (estou falando como mulher cis) e livre, não é necessariamente “dar para quem eu quiser”, e sim “dar para quem eu quiser, na hora que eu quiser, e se eu quiser” se eu pensar apenas em um dos aspectos da sexualidade, e não porque a música x ou y falou (diga-se de passagem do funk, passando pelo ser...