Marcha da Maconha


Participei da I Marcha da Maconha de Londrina, o primeiro encontro contou com mais de 300 pessoas, um número importante para um primeiro movimento. Estive presente como militante da saúde mental e dos direitos humanos, e sobretudo como redutora de danos. Não preciso ser usuária para perceber como serve de bode espiatório o usuário de maconha, criminalizado e sobretudo rotulado. Temos que acabar com o preconceito, legalizar e acabar com o proibicionismo, pois tudo que é proibido é inviabilizado e surge um fumaça que esconde o debate necessário. O proibicionismo só serve ao tráfico. Defendo o autocultivo. 

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