À guerreira Pantera


Há muito tempo estava para escrever e não arrumava tempo, hoje, enfim, consegui arrumar um tempinho para fazer um relato sobre a minha grande fila brasileira Pantera. O nome de batismo se deve às crianças do bairro enquanto ela estava na rua. Bom, a minha estória de amor iniciou-se há uns 6 meses quando minha mãe a encontrou abandonada em uma praça da região sul de Londrina. Fora abandonada atropelada, com uma ferida enorme no quadril e com uma pata fraturada. Quando a encontramos, a pobre não reagia, não latia, pouco se alimentava, levamos-a ao Hospital Veterinário com a carona do amigo Marcos. Lá foi tão bem cuidada, que em dois dias se recuperou de uma desidratação e desnutrição severas, mas veio para casa com uma tala gessada e assim ficou por um mês. Em casa cuidei de sua ferida com os cuidados de enfermeira e pude ver sua melhora dia após dia. Ah, detalhe, oito veterinários não quiseram atendê-la! Só o Hospital Veterinario mesmo! Ninguém apostava em sua melhora! Hoje, está tão bem e recuperada que não dá para acreditar, muitos falavam em sacrificá-la! Imagina?! É meu xodó junto com a Fiona é claro (a minha "Marley"). Enfim, aqui fica a minha homenagem à uma cachorra tão dócil, tão companheira, guerreira que enfrentou a dor, a fome, o frio e o abandono e que agora tem um lar e um lugar em nossos corações...

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