Honduras - golpe militar aplicado pela ultra-esquerda com o apoio das indústrias farmacêuticas
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Vejamos a nota pública dos direitos humanos da câmara de deputados:
O golpe militar em Honduras mostra essencialmente como é governar contra os interesses da minoria e ser deposto. Manuel Zelaya sofreu um atentado de grandes multinacionais farmacêuticas, que contrariadas com sua política pública de tentar diminuir custos dos fármacos utilizados em hospitais públicos, fazendo parcerias com Cuba por exemplo, não exitaram em aplicar um golpe militar. Isto demonstra como as grandes multinacionais possuem tanto poder a ponto de depor e colocar presidentes, é mais uma manobra engendrada pela ultra-esquerda hondurenha com o lobby das grandes indústrias farmacêuticas neste país. Não é de hoje que vemos o comportamento irracional destas empresas, o combate as patentes em nível mundial como nosso caso da aids, é ilustração deste fato.
Vejamos a nota pública dos direitos humanos da câmara de deputados:
Comissão de Direitos Humanos e Minorias
Nota oficial
Golpe militar em Honduras é atentado à democracia
e aos direitos humanos
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados do
Brasil manifesta o seu repúdio ao golpe de Estado ora em curso na República de
Honduras.
Tal situação, configurada com a prisão arbitrária do Chefe de Estado e de
Governo, atenta contra a democracia e contra os direitos humanos não apenas do
povo hondurenho, mas de toda a comunidade internacional.
Defendemos a legitimidade e a legalidade do governo do presidente Manuel
Zelaya e entendemos que eventuais divergências políticas em relação a ele devem
ser solucionadas de forma pacífica e dentro dos marcos constitucionais vigentes.
Reconhecemos, ademais, a soberania de Honduras e acreditamos que a
normalidade democrática será restaurada no mais curto espaço de tempo, com o
retorno de Manuel Zelaya ao posto para o qual foi eleito pela população hondurenha.
Outrossim, permaneceremos atentos aos fatos e ativos na manifestação de
solidariedade ao povo hondurenho e em defesa dos direitos humanos.
Brasília(DF), 30 de junho de 2009.
Deputado Luiz Couto
Presidente da CDHM
Nota oficial
Golpe militar em Honduras é atentado à democracia
e aos direitos humanos
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados do
Brasil manifesta o seu repúdio ao golpe de Estado ora em curso na República de
Honduras.
Tal situação, configurada com a prisão arbitrária do Chefe de Estado e de
Governo, atenta contra a democracia e contra os direitos humanos não apenas do
povo hondurenho, mas de toda a comunidade internacional.
Defendemos a legitimidade e a legalidade do governo do presidente Manuel
Zelaya e entendemos que eventuais divergências políticas em relação a ele devem
ser solucionadas de forma pacífica e dentro dos marcos constitucionais vigentes.
Reconhecemos, ademais, a soberania de Honduras e acreditamos que a
normalidade democrática será restaurada no mais curto espaço de tempo, com o
retorno de Manuel Zelaya ao posto para o qual foi eleito pela população hondurenha.
Outrossim, permaneceremos atentos aos fatos e ativos na manifestação de
solidariedade ao povo hondurenho e em defesa dos direitos humanos.
Brasília(DF), 30 de junho de 2009.
Deputado Luiz Couto
Presidente da CDHM
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