Nem assumiu e já quer aumentar a passagem? E, ainda dizem que representa a esquerda, que absurdo!
Olha, é de indignar um cara que nem entrou e que já está querendo aumentar a passagem do transporte coletivo! Ao invés de ir as periferias saber as demandas da população, está se encontrando com empresários e definindo aumento? Isto é político de esquerda? Não era isso que a população trabalhadora esperava não... Quem está trabalhado de graça? A TCGL ou a população que paga um absurdo para andar em ônibus superlotados colocando em próprio risco a segurança?
22/04/2009 -- 10h36
Barbosa defende aumento da tarifa do transporte
Para o prefeito eleito, sem o reajuste poderá haver desequilíbrio financeiro das empresas e prejuízos para os passageiros em relação à qualidade
[Arquivo Folha de Londrina]
Prefeito interino revogou decreto de Nedson que reajustou a tarifa; a Justiça manteve os preços anteriores
Ao assumir o cargo, o prefeito eleito Barbosa Neto (PDT) poderá providenciar medidas para autorizar o reajuste do preço da passagem do transporte coletivo em Londrina. Ele declarou esta semana que "há um aumento que precisa ser dado" às concessionárias do serviço, sob pena de desequilíbrio financeiro da Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL) e Francovig e prejuízo na qualidade, que afetaria a população. "Existe um contrato de concessão a ser cumprido e ninguém trabalha de graça", resumiu em entrevista à Rádio Paiquerê AM.
22/04/2009 -- 10h36
Barbosa defende aumento da tarifa do transporte
Para o prefeito eleito, sem o reajuste poderá haver desequilíbrio financeiro das empresas e prejuízos para os passageiros em relação à qualidade
[Arquivo Folha de Londrina]
Prefeito interino revogou decreto de Nedson que reajustou a tarifa; a Justiça manteve os preços anteriores
Ao assumir o cargo, o prefeito eleito Barbosa Neto (PDT) poderá providenciar medidas para autorizar o reajuste do preço da passagem do transporte coletivo em Londrina. Ele declarou esta semana que "há um aumento que precisa ser dado" às concessionárias do serviço, sob pena de desequilíbrio financeiro da Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL) e Francovig e prejuízo na qualidade, que afetaria a população. "Existe um contrato de concessão a ser cumprido e ninguém trabalha de graça", resumiu em entrevista à Rádio Paiquerê AM.
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