Carnaval baiano e discriminação social

Mais um carnaval e de novo o carnaval da Bahia mostra o seu lado de segregador social, o cordão separa os elitizados da plebe que não tem dinheiro para comprar uma abadá que minimamente custa R$300,00! Como já dizia Carlinhos Brown, o "apartheid da festa"... De um lado, a própria população baiana que não tem acesso e que fica à mercê da violência, e "quem sabe pode até conseguir uma lata de cerveja quente do pessoal dos camarotes que joga lá de cima" (Carlinhos Brown). Além de usar o espaço público, as bandas famosíssimas deterioram o carnaval brasileiro por meio do axé... Muita grana rola nas marcas e patrocínios dos camarotes, de cada 10 camarotes, 9 tem o patrocínio da Ambev... Foto:www.emdiacomacidadania.org.br
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